Um sol maravilhoso. A praia como vista de fundo. Um bom cd a passar no rádio. Um livro nas mãos.
Este livro foi dificil de ler. Atravanquei ali pelo meio e perdi a vontade de o ler. Mas foi com vários finais de dia passados dentro do carro a apanhar o solinho bom, a ouvir a rebentação ou uma boa música que consegui chegar ao fim. Até gostei, se bem que ali a meio a coisa não desenvolvia e aborreceu-me. Tudo aconteceu nas últimas 30 páginas. Não sei se recomendo, mas para quem tiver curiosidade de como as coisas mais ou menos funcionam no interior de grupos 'skinheads' ou extremistas...mas acho que não traz nada de novo e que não se saiba através de uma boa pesquisa pela internet.
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sábado, 3 de março de 2012
domingo, 16 de outubro de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
E a saga continua
E já estou a ler o terceiro e último livro do Stieg Larsson. Cada vez mais, acho que este senhor tinha o dom da escrita e para mim foi uma pena aquele ataque cardiaco lhe ter levado a vida. Ele tinha pensado escrever 10 livros com a fantástica história de Lisabeth Salander.
Recomendo vivamente a quem gosta de ler este misto de policial que para mim é fantástico. Para já estou a adorar, simplesmente divinal :)
'A vingança é uma força poderosa'
sábado, 14 de maio de 2011
E a escolha foi #4
Pois bem, já que comecei a ler a trilogia do Stieg Larsson, vou continuar até acabar. Já vou no segundo livro, A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo. Como no primeiro, não estou a perceber nada e espero bem que evolua e que se torne tão interessante como o outro.
Segundo uma das personagens principais da história: 'As pessoas têm sempre segredos, é uma questão de os descobrir.'
Também estou a ler outro livro ao mesmo tempo, este foi comprado no leilão da Maria e do Gato e chegou fresquinho esta semana. Não é um grande livro nem uma grande história mas tinha alguma curiosidade em lê-lo. Também tenho a noção que está um pouco desenquadrado da realidade dos nossos dias e para a minha idade mas é tão leve que se lê num ápice.
terça-feira, 5 de abril de 2011
E a escolha foi #3
Não sei que vos dizer sobre este livro, sinceramente nem percebi muito da sinopse. Também já ouvi dizer que já há um filme por isso não me vou alongar muito sobre o tema. A verdade é que desde sempre que este livro me chama a atenção e só espero não me desiludir. Vamos lá ver quantas noitadas faço para o ler :)
terça-feira, 8 de março de 2011
Bonito isso né?!? li num livro...
'Sei o que é o amor. Quando encontramos a pessoa que devemos amar, soam campainhas e solta-se fogo de artificio na nossa cabeça, ficamos sem palavras e estamos sempre a pensar nela. Quando encontramos a pessoa que devemos amar, sabemo-lo ao olhar profundamente nos olhos dela. Bem, para mim isso não serve. É difícil explicar porque é tão difícil para mim olhar nos olhos das pessoas. Imaginem como seria cortarem-lhes o peito com um bisturi e andarem à procura do vosso corpo, apertando o coração, pulmões e rins. É esse tipo de invasão que sinto quando estabeleço contacto visual. A razão que me leva a decidir não olhar para as pessoas é achar indelicado remexer nos pensamentos de alguém, e é como se os olhos fossem janelas de vidro, de tão transparentes que são.
Sei o que é o amor, mas só em teoria. Não o sinto da mesma maneira que as outras pessoas sentem.'
in No seu mundo de Jodi Picoult
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
A segunda escolha:
Esta foi a segunda escolha das prendinhas de aniversário. A escolha está a ser aleatória e por incrível que pareça estou a deixar os que mais queria para o fim... Gosto da escrita de Jodi Picoult, não é à toa que um dos meus livros favoritos é desta autora. Os livros dela tocam-me sempre muito, são demasiados reais. Como costumo dizer são de uma leitura pesada. Agora por acaso apetecia-me algo leve, fácil de ler e que não sobrecarregasse a minha carga emocional mas foi este que calhou...
'Jacob Hunter é um adolescente: brilhante a Matemática, sentido de humor aguçado, extraordinariamente bem organizado, incapaz de seguir as regras sociais. Jacob tem síndrome de Asperger. Está preso no seu próprio mundo – consciente do mundo exterior e querendo relacionar-se com ele. Jacob tenta ser um rapaz como os outros mas não sabe como o conseguir. Quando o seu tutor é encontrado morto, todos os sinais típicos da síndrome de Asperger – não olhar as pessoas nos olhos, movimentos descontrolados, acções inapropriadas – são encarados pela Polícia como sinais de culpa. E a mãe de Jacob tem de fazer a si própria a pergunta mais difícil do mundo: será o filho capaz de matar?'
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
'O céu não é um quadrado de uma manta de retalhos, às vezes atravessado por duas ou três barras negras, outras vezes por arame farpado. O céu é imenso e profundo e capaz de me asfixiar.'
in Um erro inocente, de Dorothy Koomson
É um livro fantástico mas por vezes mostra uma realidade tão cruel. Estou fascinada mas ao mesmo tempo fico em choque por saber que coisas destas podem acontecer na porta ao lado, com familares nossos e podemos nunca vir a descobrir.
Até que ponto é que o suposto amor nos pode atraiçoar? Até que ponto o primeiro amor pode matar...
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
E a escolha foi:
A escolha era variada mas tinha de começar e foi este o escolhido. Oferecido pela minha rica sobrinha :), até agora estou a gostar.
O primeiro amor pode matar…
Durante a adolescência, Poppy Carlisle e Serena Gorringe foram as únicas testemunhas de um trágico acontecimento. Entre aceso debate público, as duas glamorosas adolescentes viram-se a braços com os tribunais e foram apelidadas pela imprensa de “As Meninas do Gelado”. Anos mais tarde, tendo seguido percursos de vida muito diferentes, Poppy está decidida a trazer ao de cima a verdade sobre o que realmente sucedeu, enquanto Serena, esposa e mãe de dois filhos, não pretende que ninguém do presente desvende o seu passado. Mas é impossível enterrar alguns segredos – e se o seu for revelado, a vida de ambas voltará a transformar-se num inferno…
Durante a adolescência, Poppy Carlisle e Serena Gorringe foram as únicas testemunhas de um trágico acontecimento. Entre aceso debate público, as duas glamorosas adolescentes viram-se a braços com os tribunais e foram apelidadas pela imprensa de “As Meninas do Gelado”. Anos mais tarde, tendo seguido percursos de vida muito diferentes, Poppy está decidida a trazer ao de cima a verdade sobre o que realmente sucedeu, enquanto Serena, esposa e mãe de dois filhos, não pretende que ninguém do presente desvende o seu passado. Mas é impossível enterrar alguns segredos – e se o seu for revelado, a vida de ambas voltará a transformar-se num inferno…
Emocionante e enternecedora, esta história fará com que nos perguntemos se alguma vez poderemos conhecer verdadeiramente aqueles que amamos.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Frase do dia #6
O perigo do sexo é que você pode se apaixonar.
O perigo do amor é virar amizade
E viver é um risco, em que a única certeza que temos é que um dia (infelizmente) iremos morrer.
Por isso há que viver bastante, f*der muito mais, apaixonar-se as vezes necessárias, amar, ser amigo, saber ser amigo, simplesmente viver e aproveitar todos os momentos que a vida nos dá, vivendo como se fossem os últimos.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
O Sexo e a Cidália
Sou fã (pode-se dizer assim) de ler a rubrica desta sra .Vem nas últimas páginas da revista que acompanha o Diário de Noticias. Acho a escrita dela divertida e na maior parte das vezes transforma as minhas manhãs infernais num par de gargalhadas. Na realidade, nem sempre a leio aos sábados de manhã porque nem sempre tenho tempo para tal, mas, ao longo da semana dou sempre uma espreitadela. Uma vez que não compro o jornal, já cheguei ao cumulo de 'exigir' que as minhas colegas de trabalho me guardem a revista todos os Sábados. Agora, uma vez que está disponível na Internet já não preciso de ser chata e fazer birra sempre que não me guardam a revista.
Esta semana a rubrica começou assim:
'Já sabemos que o amor é lixado, porque na maior parte das vezes não corre bem. Parece que às vezes fazemos dele o nosso cavalo de batalha, para termos algo que nos inquiete permanentemente. Nós gostamos mais da ideia de amor do que propriamente da pessoa que muitas vezes está ao nosso lado.'
Depois de lermos este pequeno parágrafo é impossível não ter curiosidade em ler o resto (para mim é)...apesar de nem sempre ser algo maravilhoso e fantástico mas ao menos é a realidade.
Concordo com este parágrafo numa certa parte, às vezes as pessoas estão tão cegas em relação ao amor que é com qualquer pessoa, até podem não ter nada em comum, serem opostos mas só para não estarem sozinhos entram na primeira aventura que aparece.
E no fim, parece que só queremos nos agarrar ao que é mau, à tristeza e à magoa que ficou... posso ser a única pessoa a pensar assim, mas infelizmente, é assim que penso. Claro que nem sempre, de uma história dá para relembrar as coisas boas, porque foram tantas coisas más que não dá para pegar em nada. Falo por mim e pelas minhas experiências (que nem sempre foram boas e como é óbvio não foram eternas) que apesar de terem terminado houve alturas e momentos em que tinha todo o sentido do mundo, até ao dia em que simplesmente deixou de fazer sentido. O amor é assim, parece que andamos uma vida atrás dele e quando pensamos que lhe virámos as costas damos de caras com ele... ou então não.
Resto do texto aqui
terça-feira, 21 de setembro de 2010
A praia roubada.
Fiquei de cá vir falar do livro que tinha comprado para ajudar na aventura d'A Maria e o Gato, mas fui deixando passar e passar e não pus nada. Tenho a dizer que o livro chegou cá no segundo dia posterior a fazer a transferência. Está em óptimo estado e estou a contar poder ajudar mais, porque nunca devemos desistir dos nossos sonhos. Agora que acabei de ler o PS I Love you vou começar este e desejo que seja uma história tão envolvente como a anterior.
Encerradas numa pequena ilha na costa do Atlântico, duas comunidades vivem de costas voltadas entre si. Enquanto La Houssinière se transformou numa cidade próspera devido ao turismo que a única praia de toda a ilha lhe proporciona, Les Salants permaneceu esquecida no tempo, habitada apenas por pescadores e marinheiros que, tal como a vida que levam, são rudes e amargos. Mado nasceu em Les Salants, mas cedo partiu com a mãe para Paris. Após a morte desta, a jovem decide voltar à ilha da sua infância e reencontrar o pai. Mas o regresso ao passado não é fácil. A ilha, constantemente varrida por um vento inclemente, encerra em si todo um universo de mistérios e contradições, inacessíveis a uma «desconhecida». Mas, estranhamente, tal parece não ter acontecido com Flynn, um jovem irlandês que, embora recém-chegado, é alvo da afeição e da confiança de todos, até do pai de Mado, um homem cujo coração está fechado para o mundo e que se mantém teimosamente recolhido num silêncio sepulcral. Face a uma comunidade fechada, supersticiosa e apostada em manter acesos ódios ancestrais, Mado decide desafiar a sorte e as marés e consegue vencer o orgulho e as crenças dos habitantes de Les Salants. Juntos, vão tentar mudar o futuro da povoação e o seu próprio destino. Para Mado, esta vai ser uma incursão no amor e o (re)encontro com os valores familiares e comunitários. Poderá um castelo de areia sobreviver às marés?
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
P.S. I love you
É por isto que não posso ler livros e ver os filmes logo a seguir, ou ver os filmes e pôr-me a ler os livros. Dá barraca. Comecei a ler o livro à 3 dias e estou a adorar, mas na realidade não é nada parecido com o filme. Só tem uma coisa igual ao filme, a doença do Gerry, porque de resto as descrições não são nada parecidas... eu sei que os filmes não têm que ser uma cópia real do livro, que são só baseados mas não consigo deixar de me sentir enganada. Pior mesmo é que quando estou a ler um livro, faço sempre o filme na minha cabeça e agora estou a ter sérias dificuldades porque me lembro muito bem do filme... Erro crasso, não devia ter visto o filme novamente porque já não me lembrava de quase nada e assim lia o livro mais descansada. Boas leituras :)
segunda-feira, 17 de maio de 2010
A rapariga que roubava livros
Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
O dia em que te esqueci...
Ofereceram-me este livro. Ou melhor, a minha mana ofereceu-me este livro :). No dia em que ela mo deu comecei logo a ler e já estou mesmo a acabar. Na minha opinião é um livro forte e que me faz pensar em muitas coisas. Tem partes que me sensibilizam tanto que dou comigo quase a chorar (sim, ando muito sensível)...
Na verdade ao ler este livro uma das coisas que mais me deixa a pensar são as amizades coloridas. Para mim, essas amizades têm muito que se lhe diga, ou funcionam muito bem e continuam, ou simplesmente acabam aí. Na realidade conheço muito poucas histórias dessas com finais felizes, porque por mais que fique decidido ou acordado que não passará de uns pirafos aqui e ali quando não há mais ninguém, a coisa acaba sempre por dar para o torto para um dos 'amigos'. Claro que também sei muito bem que há pessoas que têm uma capacidade espectacular para separar as coisas, mas são tão poucas... uma grande maioria deixa-se apanhar por um enredo de sentimentos supostamente 'proibidos', que por norma acaba por ser só de uma das partes, e no fim há sempre um que fica a sofrer por um amor que afinal não é amor... Não critico quem o faz, longe de mim fazer tal coisa, mas não acredito que esse tipo de relações funcione a 100%. Sei que há casos e casos, mas não me venham cá com balelas, sabemos nós quantos sentimentos ficaram por dizer depois de uns pirafos... sabemos nós se aquela pessoa não nutre sentimentos que nunca vai revelar porque afinal somos amigos de pirafos e não vamos estragar amizades.
Ok, estou a generalizar, podem atirar pedras mas nunca se esqueçam que todos temos telhados de vidro.
Não sou contra. Não sou a favor. Simplesmente estou vivendo...
'Os amores são para ser vividos, sonha-los não basta. São para consumir, até que morram, talvez, mas sem medo, com ganas, com desejo, com vontade, como se não houvesse amanhã, porque, em abono da verdade, ninguém pode saber se amanhã, precisamente à hora em que escrevo estas palavras, ainda cá estaremos, eu , tu qualquer uma das pessoas que amamos.' Margarida Rebelo Pinto, O dia em que te esqueci
domingo, 2 de agosto de 2009
A Sombra do Vento #3
O destino costuma estar ao virar da esquina. Como se fosse um gatuno, uma rameira ou um vendedor de lotaria: as suas três encarnações mais batidas. Mas o que não faz é visitas ao domicilio. É preciso ir atrás dele.
pág. 241...
A história do Julian Carax está a ser melhor do que eu esperava.
pág. 241...
A história do Julian Carax está a ser melhor do que eu esperava.
sábado, 25 de julho de 2009
A sombra do vento #2#
O livro até é bem interessante, acho que é desta que vou a Barcelona (ai eu quero tanto ir, mas quando posso nunca tenho companhia).
Bem cá vai a citação do dia:
'Alguém disse uma vez que no momento em que paramos de pensar se gostamos de alguém, já deixamos de gostar dessa pessoa para sempre.'
Pag. 189
Esta é bem mais bonita que a outra citação.
Bem cá vai a citação do dia:
'Alguém disse uma vez que no momento em que paramos de pensar se gostamos de alguém, já deixamos de gostar dessa pessoa para sempre.'
Pag. 189
Esta é bem mais bonita que a outra citação.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
A Sombra do Vento
Até estou a gostar do livro, mas não sei explicar esta minha demora em lê-lo. Normalmente leio um livro por semana, mas este já está na mesa de cabeceira há um mês, sempre que lhe pego leio como se não houvesse amanha, mas depois fica ali parado muito tempo...
Então cá vai:
'Nunca confies em ninguém, (...), especialmente nas pessoas que admiras. São essas que te cravarão as maiores punhaladas.'
Pag. 32 CCarlos Ruiz Zafón
Bonito isso né...
Então cá vai:
'Nunca confies em ninguém, (...), especialmente nas pessoas que admiras. São essas que te cravarão as maiores punhaladas.'
Pag. 32 CCarlos Ruiz Zafón
Bonito isso né...
sexta-feira, 19 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Bonito isso né...
Li num livro:
Há algo de irresistível nas causas perdidas
in Eclipse de Stephenie Meyer
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Os números que são pessoas
Hoje em dia, em qualquer empresa nós somos meros números e não pessoas. Somos números que produzem e que têm de mostrar...







