quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

As preferências


A Pec perguntou se preferia trabalhar lá ou aqui. De volta à minha realidade não trocava isto por nada. Gosto da minha loja, das minhas pessoas e dos meus problemas. 
A outra loja fica a uma realidade de 300km de distância da minha vida, gostei da experiência, aprendi muitas coisas novas e vi o caos. Adorava trazer o caos para a minha loja ao nível do trabalho mas não trocava as minhas pessoas, trazia era 3/4 do outro lado para cá :)

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Ai a minha vidinha take II

Pois eu cá estou no fim do mundo e ainda faltam 4 dias para acabar. Todos os meus amigos dizem para eu aproveitar e ir passear mas esta zona não tem nada para ver, é uma zona residencial. E sou sincera o tempo que me resta é pouco para passear por isso tenho estado em formação e no quarto de hotel. Hoje por exemplo podia ter acordado cedo para ir passear, apanhava os transportes públicos e ia para outro lugar passear, mas ontem cheguei os hotel já eram 5 da manha e preferi dormir e descansar. Este é um mundo totalmente diferente do meu, estou numa loja que vende mais 3 vezes que a loja onde estou e eles trabalham que se fartam. 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Ai a minha vidinha

A empresa mandou-me em formação para o fim do mundo e cá estou eu, num hotel triste, só e abandonada no fim do mundo. Salve-se o Mcdonalds que tenho aqui ao pé. De resto mais nada...

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Saudades!!!

As saudades que tenho de ouvir música são terríveis. No trabalho tenho de ter sempre a televisão num canal de noticias, em casa não consigo ouvir rádio sem ser no pc e nem tenho ligado o pc, no ginásio passam músicas dos anos 80, que eu adoro mas que não é a mesma coisa. Eu só ouvia música no carro, era o meu momento e agora nada.
As boas noticias é que passados dois meses e meio e algumas reclamações a entidades a situação desenrolou e a outra companhia de seguros assumiu o acidente. Mas agora continuo a esperar pois o arranjo é superior ao orçamento e tenho que aguardar a ida do perito novamente para as coisas seguirem o rumo certo. Ao menos está a andar para frente. A melhor parte é que tenho uma advogada amiga que está a pedir uma indemnização pelos incómodos causados. Na altura achei coisa de advogados, mas agora dizem-me que este tipo de situações por norma dá resultados positivos. Se assim for menos mal. Ando a pé mas depois quem sabe, posso ir fazer uma road trip e ouvir muita musica :)

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Discriminação

Trabalho, pago contas e faço os respectivos descontos. Não sou uma pessoa de classe alta. Sou aquilo a que se chama classe média no limiar da pobreza. Cumpro as leis impostas para viver em sociedade e não provoco desacatos. Neste momento considero-me vitima de descriminação. Há 2 meses partiram o meu carro, que estava estacionado e bem estacionado juntamente com outros carros. Com o meu foram mais 2 carros na mesma situação. Até hoje estou privada do meu carro, sem carro de substituição e com uma despesa de 1500€ para pagar. 
O que me revolta é que há testemunhas, há um auto da policia e há uma detenção, mas a seguradora não se responsabiliza. Quem me bateu, a mim e aos outros que estavam perto do meu, foi um individuo de etnia cigana que estava com álcool, sem carta mas que tinha o carro segurado. Uma vez que o carro está segurado, a companhia de seguros tem de se responsabilizar. Mas como falamos de um individuo de etnia cigana que nunca irá devolver o que a seguradora perde, o seguro vai ser cancelado antes do acidente. A lei protege as seguradoras neste caso e eu pergunto, quem me protege a mim que trabalho, pago impostos e cumpro todas as leis para poder viver em sociedade. 
Agora pergunto, para que tirei eu a carta de condução, porque comprei um carro e porque sou obrigada a pagar um seguro e um imposto de selo. Onde é que a lei está do meu lado. 
A novela continua e vai continuar. Revolta e tristeza é o que sinto neste momento e desde há 2 meses para cá. É triste nós estimarmos algo nosso e vir alguém destruir e ninguém fazer com que se pague. Tudo o que mete indivíduos desta etnia, acaba assim, de forma alguma. Porque todo o mundo tem medo de retaliações e afins. Juro que não entendo. O governo dá mais a estes indivíduos do que a qualquer um de nós e nem são eles que os elegem.