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domingo, 8 de maio de 2011

Das pessoas...


Não entendo o porquê de se levar uma relação para a frente quando não estamos felizes nela. Quando procuramos por fora aquilo que devemos ter na relação em si. Nem falo só de sexo, falo da amizade, consolo, partilha, apoio, sonhos em comum, entre outras tantas coisas. Se na relação não se tem nada porque é que se faz esse esforço monumental para a manter? Não entendo, é o medo da solidão? É o receio de não ter mais ninguém? É o não se querer ficar solteiro para a vida toda? 
Não sei o meu dia de amanhã, talvez um dia vá ter uma relação assim e achar que sou feliz. Mas continuo a partilhar da minha opinião (pelo menos até ao dia em que faça precisamente isso e ache que é correcto) de que se me acontece o que quer que seja e se ao invés de queres partilhar com aquela pessoa com quem supostamente partilho tudo vou querer partilhar com aquele gajo lindo de morrer, que me faz babar todos os dias é porque algo está errado, nomeadamente as minhas prioridades.
É isso e aquela história (que já ouvi mais vezes do que deveria ter ouvido) do que vou trair primeiro que é para se ele me vier com esta conversa eu dizer que o fiz primeiro ou então a melhor de todas, ela sai com o ex namorado por isso porque é que eu não devo estar aqui contigo?!?
Hello, sou só eu a achar que esta gente anda louca...

voltámos aos textos sem sentido, demasiadas coisas na cabeça e depois dá nisto.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Há dias que simplesmente não sabemos o que fazemos neste mundo. Tropeçamos nas nossas palavras, damos encontrões nos nossos sonhos e esquecemos aqueles que ficaram para trás. Tenho certos dias que não percebo o que faço neste mundo, supondo que todos nós temos um papel a desempenhar acho que o meu ficou esquecido algures por aí. Acho que devo ter errado algures neste caminho que sigo, devia ter feito inversão de marcha enquanto era tempo mas tive receio de não conseguir sair de cabeça erguida e agora estou literalmente perdida. Não tenho onde me agarrar mas continuo a agarrar-me e quando olho à minha volta vejo quem lá está mas que não consigo lá chegar. Dificuldades de exteriorizar o que sinto ou penso pesa mais que a vontade de me abrir. Simplesmente sigo em frente mas continuando a fazer as pausas necessárias para arranjar forças quando sinto que não as tenho. Hoje não tenho força, estou sem a minima motivação para o que quer que seja. Se pudesse nem me dava ao trabalho de respirar. Tento agarrar-me ao que me dizem e ser forte. Não tenho motivos para ser fraca, mas sou. Mais do que qualquer pessoa possa imaginar. Tenho dias. Tenho dias em que tenho sorte que me façam sorrir, mas em contrapartida também tenho daqueles que me fazem chorar com uma simples palavra, ou gesto, ou a falta de ambos. Gostava de ser como certas pessoas que conheço que conseguem ter um sorriso na cara mesmo quando têm problemas enormes para resolver. Na maioria das vezes preciso que me façam sorrir, não sou capaz de o fazer sozinha. Por aí chego há conclusão que há pessoas que me fazem falta, mais do que posso imaginar. Não é por causa de eventuais sentimentos ou afins, mas sim pela necessidade que tenho de sorrir. Dói cá dentro sentir que não sabemos sorrir. Um gesto tão fácil e que nos roubam sem qualquer motivo aparente. Estou com dificuldades em gerir o que sinto e penso, pois quando nos apunhalam pelas costas é difícil saber o que vem a seguir.

Os números que são pessoas

Hoje  em  dia,  em  qualquer  empresa  nós  somos meros   números  e  não  pessoas.  Somos  números  que  produzem  e  que  têm  de  mostrar...