O amor deve ser o sentimento mais estranho para mim. Aquele com que menos consigo lidar. Em tempos sei que estive feliz e que deixei algumas pessoas fazer parte da minha vida, agora simplesmente não quero. Mas há uma pessoa. Uma pessoa que sem um motivo especial me faz sentir algo. Um sentimento ao qual não posso chamar de amor. Amizade talvez. Sentido de protecção. Não sei explicar, mas amor, amor daqueles de cortar a respiração não é. Não há borboletas, não há coraçãozinhos, não há nada. Só há qualquer coisa que não consigo explicar.
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domingo, 7 de agosto de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
dammit!!! and the kiss doesn't happens
Isto de ter mais tempo livre que o normal, viva as férias no Algarve, tem muito que se lhe diga. É ver filmes atrás de filmes, séries atrás de séries. Afinal tinha um ano de filmes e series atrasadas e agora é só papar tudo ao final do dia.
Pois bem, numa destas maratonas lá foi mais uma comédia romântica visionada. Estas comédias já não trazem nada de novo. É sempre alguém que se apaixona e que antes de ficar com o dito cujo passa as passinhas do Algarve, porém, no fim tudo se resolve e o amor leva a sua avante.Na vida real, às vezes, também é assim. umas vezes o amor vence, noutras nem por isso mas nunca deixa de ser o amor...
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Às vezes dou comigo a pensar nesta coisa que é o amor, o gostar de alguém. O sentir-se só num mundo cheio de pessoas. Dou comigo a pensar numa história que não aconteceu, porque não tinha que acontecer. Dou comigo simplesmente a pensar que percebi tudo errado, que não disse da forma correcta, que podia ter feito mais. Mas para quê?
Serviria alguma coisa que se em vez de ter escrito que gostava de ti, era melhor ter escrito que te amava? Serviria de alguma coisa ter feito coisas que nunca pensei em fazer mas que podia ter feito?
Serviu para alguma coisa dizer coisas que nunca pensei que pudessem ser ditas? Serviu?
Serviu para alguma coisa dizer coisas que nunca pensei que pudessem ser ditas? Serviu?
Na realidade não serviu de nada, foram palavras ditas ao vento, desejos perdidos entre palavras, vontades não realizadas e para quê?
Para quê tudo isto?
A solidão, esse monstro para alguns, amiga do peito para outros é só para quem quer.
Só estamos sós se quisermos. Porque há sempre alguém. Há sempre outro alguém. Mas porque não sentimos o mesmo, porque não o desejamos da mesma forma, porque não sonhamos de igual maneira, porque não queremos construir algo que até podia ser bom, então, arranjamos desculpas. Dizemos: ah e tal não há nada, é só amizade; eu não vejo as coisas assim; isto não tem pernas para andar; o problema não és tu, sou eu que não me sinto preparado; estamos muito longe um do outro; estamos demasiado próximos...e podia continuar com mais umas quantas desculpas. A verdade é que queremos estar sozinhos. Não queremos ver à nossa volta o que nos rodeia. Estamos presos a algo que não existe. Mas eu continuo aqui.
Só tu não me vês.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Sinto o silencio à minha volta, a paz, o sossego e só penso que ainda não é o suficiente. Preciso de mais, sempre precisei. Sinto o vazio que nunca se preenche com nada, quero mais, sempre mais. Sei que demasiadas coisas perderam o controle e sei que não posso controlar tudo... o desejo de controlar fez-me perder o que precisava para me sentir segura. Agora já não sinto nada, apenas preciso de mais e mais e nunca é suficiente. Nunca nada é suficiente. Errar todos os dias cansa. Perder todos os dias cansa. Quero mais, sempre quis mais, simplesmente não sei o que é o mais.
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Os números que são pessoas
Hoje em dia, em qualquer empresa nós somos meros números e não pessoas. Somos números que produzem e que têm de mostrar...



