quarta-feira, 23 de abril de 2014

Sabem aquela coisa do quer mas não quer


Porque é que às vezes é tão mais fácil fazer de conta que não é nada connosco do que encarar de frente e enfrentar as mudanças. Tenho medo mas também quero e depois não quero e nem sei. Estou confusa. Tenho medo. Não sei o que quero ou se quero. 

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Isto de ser solteira com 31 anos tem muito que se lhe diga

É homens a ver quem cai primeiro atirando para todos os lados, é casados e fazerem-se passar por solteiros, é casados que assumem que são casados mas que querem comer por fora. Há de tudo e é preciso ter tanto cuidado para não fazer asneira que às vezes é complicado. Desde que continue a manter os meus princípios a coisa aguenta-se.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Das multinacionais 10#

É obrigatória uma folga de 6 em 6 dias e por isso acabam-se os fins de semana a que tínhamos direito. No entanto, não se acabam com as 12h por dia, com as horas extras constantemente esquecidas, com as pausas superiores ao tempo estabelecido por lei e o descanso entre dias estabelecido por lei. Nunca vi uma empresa com tanto medo de fazer as coisas fora da lei mas depois fugir à lei como o diabo foge de cruz. 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Há coisas para as quais eu não fui talhada

Sei lá, há coisas que comigo nunca funcionam. Nunca resultam. Talvez seja melhor assim. Menos dores de cabeça, menos chatices e menos mudança. Life goes on and on.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Daquelas histórias, que se parecem com aquelas histórias, em que dizemos sempre que foram com um amigo nosso mas que afinal aconteceu mesmo connosco*

O meu grupo mais chegado, nomeadamente o núcleo duro da coisa, era composto por duas raparigas e um rapaz. Nunca me fez muita confusão haver um rapaz, até prefiro, porque as coisas ficam mais equilibradas. E também nunca me fez muita confusão perceber que eles gostavam um do outro e que não admitiam. Ele tinha uma relação com uma rapariga e ela ia vivendo a sua vida. Sempre nos entendemos e sempre fizemos tudo juntos. Éramos quase um só. Apesar da ligação deles ser diferente, talvez não fosse, eu nunca me senti a mais ou fora do contexto. Entretanto ele e a namorada acabaram e todo o mundo sempre pensou que fosse desta que eles se descobrissem. Tentei dar o empurrão falando com um e com outro. A resposta foi sempre a mesma: 'Se não nos entendermos como namorados ou se a coisa não faiscar a amizade vai ficar tremida. Não vives num mundo cor de rosa em que não percebas que será complicado'

Eu resignei-me a aceitar, tudo em prol de manter uma amizade. Um laço quase tão forte como de família. Ele começou a namorar com outra rapariga de fora, ela foi estudar para Lisboa e a amizade esfriou, arrefeceu e hoje é quase nula. Não é daquelas amizades que passamos tempo sem nos ver e que depois é o mesmo. Não. É uma coisa forçada, só te falo porque tem de ser. 
A mim dói-me. Também já doeu mais. Custa-me perder uma amigo, um irmão assim. Compreendo que a vida segue e há pessoas que ficam e outras que vão. Mas ele era um irmão e não posso fazer nada para que volte a ser como dantes... Não tentaram porque a amizade ficaria abalada mas ficou na mesma.

O que não tem de ser, não é mesmo.  A vida continua...

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Tivesse eu

Tanta perspicácia para umas coisas como tenho para outras e era um ser mais equilibrado.

Todos nós sabemos mas nunca queremos aceitar

Tudo tem sempre um fim. E todas as batalhas têm de acabar, seja, ganhando ou perdendo. Infelizmente perde-se muito boa gente numa batalha desigual chamada cancro. 'Nunca te distraias da vida' - é um pensamento a reter. Levamos a vida a dar demasiada importância  a pequenos detalhes quando há coisas bem mais importantes. 
Este fim de semana foi um bocado mórbido, morreu demasiada gente conhecida :(