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Mensagens

A mostrar mensagens de Fevereiro, 2013

O meu sexto sentido

Esse sacana não falha para as coisas más. Nem pensar. Quando me vai acontecer alguma coisa menos boa o meu sexto sentido dá o alerta. Levo o dia, como o de hoje, em estado de alerta vermelho. Sei que algo vai acontecer antes do ponteiro bater a meia noite.  Hoje não foi excepção, eu sentia uma sensação esquisita e era mais uma prova que teria de superar. Apesar de ter dito a mim própria mais de mil vezes durante o dia que não faria algo, acabei por fazer. Consciência mais tranquila neste momento, avizinha-se uma boa noite de sono e de preferência com um bom despertar amanhã de manhã.  Só espero, e rezo aos meus anjinhos da guarda (se é que existem) todas as noites antes de dormir, que a sensação que tenho de que este vai ser o tal ano de realização pessoal se concretize.

Das coisas que me deixam em choque, e não é comigo, porque se fosse nem quero pensar.

Uma amiga minha tinha uma relação já há quase 3 anos com um rapaz. Uma relação cheia de altos e baixos e de atitudes dele que não conseguíamos compreender (por vezes). Hoje ele foi pai, com outra. Deixei de acreditar que há homens normais, sério. E quando eles começam com aquela conversa do: 'ah e tal eu sou diferente.' é vontade de lhes pregar uma lamparina e fugir.

Das sessões de cinema

Não sei se é de mim mas as comédias românticas ou só comédias andam pelas horas da morte. Já não têm nada de novo. A última que vi foi: This is 40 (Aguenta-te aos 40) e achei tão fraquinha que levei 3 noites diferentes e 1 dia para conseguir ver até ao fim. E nem no fim me convenceu. Achei que não havia química entre as personagens e que passavam de tema para tema sem haver uma ligação. Sei lá, desinteressante, achei eu.

Daquelas coisas que não me saem da cabeça

Há anos que decidi que queria uma tatuagem. Já escolhi o que quero e onde quero e tem um grande significado para mim. Neste momento estou aqui só há espera do louco minuto em que a marque. Quero muito fazer, mas tenho um medo horrível de agulhas...oh God que eu vou mesmo fazer a minha tatuagem!!!

Aborrece-me só assim um bocado

Andar para aqui na minha vida a seguir em frente. Despegar-me de tudo o que me prende (e olha que custa, às vezes dói demais) para uma porcaria de uma mensagem deitar tudo por água abaixo. Às vezes sinto que preciso de ter uma força do tamanho do mundo...e não é fácil ter essa força.
Sou pelo politicamente correcto. Se não gosto de uma pessoa, trato-a de igual forma porque acho que lá porque não gosto de determinada característica da personalidade (ou pelo todo, prontes) não a devo tratar de forma diferente. Obviamente que não lhe vou espetar dois beijos na cara e ser toda laivosa mas falo cordialmente e educadamente. Foi assim que me ensinaram. Sempre aprendi que a frontalidade está muito perto da falta de educação e que há coisa que não estamos apenas a ser frontais como estamos a ser muito mal educados.  Digo o que penso, faço o que acho correcto mas, acima de tudo, respeito os demais. Se me chamam de falsa e que mais, estão no vosso total direito. Mas eu não fui educada para ser mal educada. E mais, além do facto da educação, já aprendi que ás vezes não gosto de determinada pessoa porque não a conheço...

Ando viciada nesta música :)

Das tecnologias

Esta coisa das tecnologias tem muito que se lhe diga. Graças a elas temos acesso à nossa vida (nomeadamente a coisas que mais ou menos nos interessam) mais facilmente. Através do blog tenho acesso ao que senti e vivi através do que falo e digo em determinados contextos, o facebook dá-nos algum feedback dos que nos conhecem e olhando com olhos de ver, mirando os detalhes ao detalhe apercebemos-se de certas coisas que não havíamos reparado na altura. A ilusão tem um poder do caraças.

Dos segredos

Eu tenho um segredo. Um segredo que me corrói por dentro, mas não posso contá-lo. Eu detesto segredos. Mas aprendi a lição bem aprendida. As lágrimas que correm pela minha face não serão, jamais, esquecidas.
Estou a começar a sentir-me a ficar doente. Estou a ficar com a garganta apanhada, com os ouvidos também, o corpo só pede cama e sinceramente não me importo. Ao menos se ficar de cama não me obrigam a viver, apenas tenho de sobreviver e isso hoje basta-me.

A vida tem destas coisas

Quando entrei naquela empresa ela era quase um recém nascido, tinha para aí uns 2 anos. Trabalho lá há quase 13 e a empresa está a fazer 15. Hoje, que já assisti à sua maturidade estou a assistir à sua queda. Hoje os ordenados já não são pagos a tempo e as coisas estão mesmo feias. Fala-se em insolvência e os demais. As vendas estão fracas, os impostos brutais e não dá para esticar para mais lado nenhum. Possivelmente esta empresa não festeja os 15 anos de existência e eu fico sem trabalho muito antes do que pensava. A realidade do nosso país é esta. Uma tristeza ver a empresa que me acolheu quando era uma miúda e que, de todo, contribuiu com coisas más e outras muito boas, para a pessoa que sou hoje estar neste estado. Espero por dias melhores, muito melhores.

O meu tempo

Eu levo sempre o meu tempo a interiorizar as coisas. Até tudo ficar resolvido na minha cabeça passo por várias fases. Umas são mais complexas que outras, umas mais demoradas que outras, mas, o que me interessa é que no fim eu fique bem comigo própria e com os que me rodeiam.  Talvez por isto, pela fase da interiorização, eu não goste de surpresas. Pois, tanto, para coisas más como para boas eu tenho de passar por todas as fases. Obviamente que quando é algo para lá de bom eu interiorizo mais rapidamente. 
As coisas más levo muito tempo a interiorizar, primeiro fico zangada comigo e a culpa é toda minha, depois passo pela fase de culpar as outras pessoas, depois volto a mim e aceito que eu é que fiz mal determinadas coisas, depois passo por essa fase com os outros e uma dia acho que já ninguém tem a culpa e sigo em frente. Esse dia pode levar tempo a chegar, mas chega.
Vai haver uma manhã, em que acordo e o meu primeiro pensamento vai para outra coisa qualquer e quando me apercebo que…

Imaginemos a seguinte situação

Imaginem que a pessoa que vos magoou está a sofrer pelo mesmo motivo. Se bem que o motivo não sou eu.
Eu pergunto: sabendo que a pessoa está a sofrer o que fariam?
É porque eu estou aqui em pulgas para o ir consolar. Tenho total noção que não o devo fazer e que mais magoada serei, mas é mais forte do que eu. É oficial, eu sou burra por completo.
Neste momento acredito piamente que os acasos são uma treta. Um simples acaso da vida, algo de tão simples, que pensamos que não pode ter repercussões tão desastrosas a longo prazo e tem. Algo que nos faz duvidar de tudo o que nos rodeia e da veracidade das pessoas. Ou sou eu que ando muito descrente ou, muito sinceramente, este não é de todo o mundo em que eu gostava de viver. As pessoas decepcionam-me (da mesma forma que as decepciono a elas constantemente), fazem-me desacreditar do todo que me rodeia.

A pele que há em mim