Mostrar mensagens com a etiqueta life as we know it. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta life as we know it. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Infelizmente...

...só aprendemos por nós próprios. Se tivermos que bater com a cabeça, será por nós e nunca pelos outros.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Isto é mais ou menos um ciclo vicioso

Da mesma forma que eu desiludo as pessoas, elas desiludem-me a mim. Para uns isso pode passar e ser esquecido. Para mim, isso passa mas não é esquecido. Quem faz uma vez, pode fazer a segunda. 
Já dizia a minha avozinha, gato escaldado de agua fria tem medo, e olha que ela tinha toda a razão.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Argh!!!


Às vezes só me apetece dormir e apenas acordar quando tudo já tiver passado. Porque raio aqui não há belas adormecidas acordadas por príncipes em cavalos brancos... Porque raio a vida não é como aqueles contos de fadas que me contarem vezes sem conta. Quero o livro de reclamações por esses contos de fadas nos fazerem criar expectativas do que a vida será um dia e de na realidade nada coincidir.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Opções

Há duas maneiras de ser feliz:

  • melhorar a nossa realidade
ou
  • baixar as nossas espectativas

Sinto que é a segunda opção, mas porque é tão difícil resignar-me a esta realidade.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

It's sad but true

Por vezes, (nem sempre consigo) tento ser positiva na procura de um emprego relacionado com a minha área de estudo. Com tudo o que ouvimos falar da crise e afins, é coisa para qualquer ser humano com um pouco de consciência ficar reticente com o que o futuro lhe espera.
Já não sou recém licenciada porra nenhuma... daqui por pouco tempo já lá vão três anos e trabalho na área que é bom, nada. Nem a porra de um estágio. Pois dizem-me que estou a trabalhar e não me posso candidatar. Mas obviamente que se me escolhessem eu despedia-me. Mas não, tenho que ficar desempregada para depois me poder candidatar.
 Entre poucas respostas negativas, nenhumas entrevistas e muito tempo de espera não há trabalho para mim. Já foi o tempo que enviava curriculos para todo o país. Já foi o tempo que enviava para voluntariados e daqueles lugares em que só pagam o subsidio de refeição. Fogo, uma pessoa precisa de dinheiro e não é com 100€ por mês que vive. As respostas ou não respostas continuam a chegar ou não e eu a desesperar. Nunca quis um emprego milionário, pois se o quissesse tinha escolhido outra área. Mas não, fui atrás da vontade de mudar o mundo. De fazer possiveis e impossiveis para este ser um lugar melhor para viver...mas ninguém vive de sonhos. 
O mundo não vai ser um lugar melhor e eu vou continuar aqui enfiada num escritório cheio de luzes artificiais, sem cor, sem alegria e a fazer um trabalho que detesto.
Afinal de contas, eu preciso de comer e ter um lugar para dormir... o voluntariado ainda não paga contas. 

domingo, 20 de março de 2011

A vida é uma montanha russa de sentimentos*


Hoje tudo parece bem, no entanto, amanhã já tudo de desmoronou. A felicidade é, por vezes, algo utópica e só depende da nossa forma de ver a vida. A tristeza é o estado de espírito que mais força e esforço exige de nós porque é preciso fazer uma força inimaginável para estar sempre triste de costas viradas para a felicidade. 
Tudo depende de nós e da forma como levamos a vida.
Viver só depende de nós e podemos ficar sentados a ver as coisas a passar por nós ou podemos fazer acontecer.
Os pequenos bons momentos valem mil vezes mais que a nuvem negra que paira sobre mim... e continuarei a sorrir e a rir até os bons momentos voltarem porque serei mais forte e um ser humano mais saudável se continuar a ver o lado bom da vida do que se me entregar aos tristes acontecimentos que teimam em fazer parte da minha vida.


*se calhar até se pode dizer que a vida é mais parecida com uma fatia de melancia, tudo depende do prisma que se olha para a fatia de melancia...

terça-feira, 15 de março de 2011

Problemas têm os outros, eu tenho coisas!

Nunca fui um pessoa de falar muito. Ok, até falo demais mas é só coisas parvas porque falar a sério sobre mim, sobre algo que me perturbe, sobre o que me apoquenta é uma coisa mesmo muito rara.
Normalmente guardo as coisas todas para mim. Como costumo dizer problemas temos todos e muitas pessoas têm problemas a sério enquanto eu só tenho 'coisas', daí a vontade de criar este blogue. Poder partilhar as minhas coisas com o mundo mas ao mesmo tempo não partilhando nada.
Depois ele também ficou conhecido entre os meus amigos e comecei a escrever as coisas de forma a que nem eles próprios percebessem o que eu escrevia. Como me chegaram a dizer várias vezes, escrevo em código. Na maior parte das vezes só mesmo eu é que percebo o que escrevo.
Posso dizer que quem me lê também me compreende e por vezes as vossas palavras valem ouro. Há momentos que só me apetece virar as costas ao mundo e há certas palavras que já me foram ditas aqui que me deram força para continuar.
Isto para dizer que há um assunto que me está a lixar neste momento. Sinceramente, está mesmo a foder-me o juízo, a tirar-me noites de sono, a deixar-me super nervosa e a fazer com que ande numa pilha de nervos. E por incrível que pareça há umas pessoas que me ouvem detalhadamente, repetidamente e que me estão a apoiar imenso. É que às vezes é mesmo preciso exteriorizar o que sentimos para se tornar mais fácil de encarar. Nunca pensei dizer isto, mas, falar daquilo que nos apoquenta é tão bom...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

é pena...


...mas a vida não é uma comédia romântica e nem sempre as histórias reais têm finais felizes...

Os números que são pessoas

Hoje  em  dia,  em  qualquer  empresa  nós  somos meros   números  e  não  pessoas.  Somos  números  que  produzem  e  que  têm  de  mostrar...