Quem disse que os filmes suecos eram bons, e até disseram que o primeiro estava melhor que a versão do David Fincher, de certeza que não viu os mesmos filmes que eu. Epah, para quem leu o livro, obviamente, que falta alguns detalhes na versão americana e eles cortaram ali o fim, mas nos suecos fazem mudanças drásticas de cenas e faltam de diálogos. É quase como um filme mudo. Sim, eu sei que não percebo nada de cinema por isso devia era estar caladinha, mas os filmes suecos estão mesmo muito longe de qualidade. Dou louvor ao facto de terem tentado, mas se eu não tivesse lido os livros e adorado não era pelos filmes que ia passar a gostar.
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
A ler
"No pátio de um prédio, num pacífico bairro de Lisboa, uma criança é atacada por três homens e deixada em coma.
Ao investigar o que inicialmente se supõe ser um mero acto de cobardia de um grupo de cabeças rapadas, as autoridades descobrem uma sombria conspiração que prova que, nunca como hoje, a democracia e o estado de direito estiveram tão ameaçados em Portugal.
Neste surpreendente romance, Tiago Rebelo abre-nos a porta dos fundos do lado mais obscuro da política nacional dos nossos dias, onde nada é o que parece ser e onde se desenrolam acontecimentos extraordinários que colocam em perigo a sociedade, sem que esta se aperceba do que está realmente a acontecer.
Negócios duvidosos, violência extrema, espionagem, tudo vale numa guerra secreta entre um implacável exército da extrema-direita e grupos de agitadores anarquistas de esquerda mais radical.
Os dois lados tecem as suas teias globais, que se confrontam, desde as revoltas nas ruas da Grécia aos bairros problemáticos dos arredores de Lisboa.
Numa narrativa vertiginosa que, a cada página, é uma bola de neve de acontecimentos cada vez mais inesperados, o autor apresenta-nos personagens inesquecíveis, como o Caveira, um sinistro gigante que chefia as tropas de choque de um partido neonaziliderado pelo seu irmão, um homem sem escrúpulos e de invulgar inteligência, que tem o sonho de repetir em Portugal o projecto de Hitler.
Contra estes impiedosos irmãos, o inspector-chefe, António Gaspar, da PJ, leva a cabo uma investigação, que ameaça a sua vida e a da mulher que ama, a ex-namorada que procura recuperar no desvario dos dias perigosos que põem em risco a nação."
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Stieg Larsson, e agora?!?
Já conclui a leitura da colecção do Stieg Larsson e pergunto: E agora?!?
Quero mais, estes três livros não bastam. Quero continuar a saber da vida de Lisbeth Salander e do Mikael Blomkvist. Quero mais peripécias e casos loucos. Quero mais confusões policiais. Quero mais julgamentos e perseguições. Quero, pelo menos, mais 2 livros. Só de pensar que o dito escritor tinha planeado, pelo menos, mais uns 10 livros, mesmo que não fossem sobre as personagens mencionadas acima, eu iria lê-los todos.
Estes livros, para mim, têm a particularidade de no início serem um pouco confusos e não percebermos o envolvimento na história mas no fim tudo faz sentido. Recomendo a trilogia.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Apetece-me...
...tanto, mas tanto comprar um livro. Ainda tinha uns quantos para ler dos que recebi no Natal e no aniversário, mas queria ter o prazer de procurar um livro que me chame a atenção quer pelo design da capa, quer pela sinopse. Desfolhar pela primeira vez, o cheiro a novo...sei lá, pancadas ou assim. Gosto de livros, é isso.
sábado, 14 de maio de 2011
E a escolha foi #4
Pois bem, já que comecei a ler a trilogia do Stieg Larsson, vou continuar até acabar. Já vou no segundo livro, A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo. Como no primeiro, não estou a perceber nada e espero bem que evolua e que se torne tão interessante como o outro.
Segundo uma das personagens principais da história: 'As pessoas têm sempre segredos, é uma questão de os descobrir.'
Também estou a ler outro livro ao mesmo tempo, este foi comprado no leilão da Maria e do Gato e chegou fresquinho esta semana. Não é um grande livro nem uma grande história mas tinha alguma curiosidade em lê-lo. Também tenho a noção que está um pouco desenquadrado da realidade dos nossos dias e para a minha idade mas é tão leve que se lê num ápice.
terça-feira, 5 de abril de 2011
E a escolha foi #3
Não sei que vos dizer sobre este livro, sinceramente nem percebi muito da sinopse. Também já ouvi dizer que já há um filme por isso não me vou alongar muito sobre o tema. A verdade é que desde sempre que este livro me chama a atenção e só espero não me desiludir. Vamos lá ver quantas noitadas faço para o ler :)
terça-feira, 8 de março de 2011
Bonito isso né?!? li num livro...
'Sei o que é o amor. Quando encontramos a pessoa que devemos amar, soam campainhas e solta-se fogo de artificio na nossa cabeça, ficamos sem palavras e estamos sempre a pensar nela. Quando encontramos a pessoa que devemos amar, sabemo-lo ao olhar profundamente nos olhos dela. Bem, para mim isso não serve. É difícil explicar porque é tão difícil para mim olhar nos olhos das pessoas. Imaginem como seria cortarem-lhes o peito com um bisturi e andarem à procura do vosso corpo, apertando o coração, pulmões e rins. É esse tipo de invasão que sinto quando estabeleço contacto visual. A razão que me leva a decidir não olhar para as pessoas é achar indelicado remexer nos pensamentos de alguém, e é como se os olhos fossem janelas de vidro, de tão transparentes que são.
Sei o que é o amor, mas só em teoria. Não o sinto da mesma maneira que as outras pessoas sentem.'
in No seu mundo de Jodi Picoult
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
A segunda escolha:
Esta foi a segunda escolha das prendinhas de aniversário. A escolha está a ser aleatória e por incrível que pareça estou a deixar os que mais queria para o fim... Gosto da escrita de Jodi Picoult, não é à toa que um dos meus livros favoritos é desta autora. Os livros dela tocam-me sempre muito, são demasiados reais. Como costumo dizer são de uma leitura pesada. Agora por acaso apetecia-me algo leve, fácil de ler e que não sobrecarregasse a minha carga emocional mas foi este que calhou...
'Jacob Hunter é um adolescente: brilhante a Matemática, sentido de humor aguçado, extraordinariamente bem organizado, incapaz de seguir as regras sociais. Jacob tem síndrome de Asperger. Está preso no seu próprio mundo – consciente do mundo exterior e querendo relacionar-se com ele. Jacob tenta ser um rapaz como os outros mas não sabe como o conseguir. Quando o seu tutor é encontrado morto, todos os sinais típicos da síndrome de Asperger – não olhar as pessoas nos olhos, movimentos descontrolados, acções inapropriadas – são encarados pela Polícia como sinais de culpa. E a mãe de Jacob tem de fazer a si própria a pergunta mais difícil do mundo: será o filho capaz de matar?'
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
'O céu não é um quadrado de uma manta de retalhos, às vezes atravessado por duas ou três barras negras, outras vezes por arame farpado. O céu é imenso e profundo e capaz de me asfixiar.'
in Um erro inocente, de Dorothy Koomson
É um livro fantástico mas por vezes mostra uma realidade tão cruel. Estou fascinada mas ao mesmo tempo fico em choque por saber que coisas destas podem acontecer na porta ao lado, com familares nossos e podemos nunca vir a descobrir.
Até que ponto é que o suposto amor nos pode atraiçoar? Até que ponto o primeiro amor pode matar...
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
E a escolha foi:
A escolha era variada mas tinha de começar e foi este o escolhido. Oferecido pela minha rica sobrinha :), até agora estou a gostar.
O primeiro amor pode matar…
Durante a adolescência, Poppy Carlisle e Serena Gorringe foram as únicas testemunhas de um trágico acontecimento. Entre aceso debate público, as duas glamorosas adolescentes viram-se a braços com os tribunais e foram apelidadas pela imprensa de “As Meninas do Gelado”. Anos mais tarde, tendo seguido percursos de vida muito diferentes, Poppy está decidida a trazer ao de cima a verdade sobre o que realmente sucedeu, enquanto Serena, esposa e mãe de dois filhos, não pretende que ninguém do presente desvende o seu passado. Mas é impossível enterrar alguns segredos – e se o seu for revelado, a vida de ambas voltará a transformar-se num inferno…
Durante a adolescência, Poppy Carlisle e Serena Gorringe foram as únicas testemunhas de um trágico acontecimento. Entre aceso debate público, as duas glamorosas adolescentes viram-se a braços com os tribunais e foram apelidadas pela imprensa de “As Meninas do Gelado”. Anos mais tarde, tendo seguido percursos de vida muito diferentes, Poppy está decidida a trazer ao de cima a verdade sobre o que realmente sucedeu, enquanto Serena, esposa e mãe de dois filhos, não pretende que ninguém do presente desvende o seu passado. Mas é impossível enterrar alguns segredos – e se o seu for revelado, a vida de ambas voltará a transformar-se num inferno…
Emocionante e enternecedora, esta história fará com que nos perguntemos se alguma vez poderemos conhecer verdadeiramente aqueles que amamos.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
E este ano foi assim (foi no ano passado e há 1 mês e 1 dia mas só agora é que passei as fotos para o pc)
Estas foram as minhas prendinhas de aniversário, o meu problema agora está em saber qual vai ser o primeiro livro a ler...
terça-feira, 21 de setembro de 2010
A praia roubada.
Fiquei de cá vir falar do livro que tinha comprado para ajudar na aventura d'A Maria e o Gato, mas fui deixando passar e passar e não pus nada. Tenho a dizer que o livro chegou cá no segundo dia posterior a fazer a transferência. Está em óptimo estado e estou a contar poder ajudar mais, porque nunca devemos desistir dos nossos sonhos. Agora que acabei de ler o PS I Love you vou começar este e desejo que seja uma história tão envolvente como a anterior.
Encerradas numa pequena ilha na costa do Atlântico, duas comunidades vivem de costas voltadas entre si. Enquanto La Houssinière se transformou numa cidade próspera devido ao turismo que a única praia de toda a ilha lhe proporciona, Les Salants permaneceu esquecida no tempo, habitada apenas por pescadores e marinheiros que, tal como a vida que levam, são rudes e amargos. Mado nasceu em Les Salants, mas cedo partiu com a mãe para Paris. Após a morte desta, a jovem decide voltar à ilha da sua infância e reencontrar o pai. Mas o regresso ao passado não é fácil. A ilha, constantemente varrida por um vento inclemente, encerra em si todo um universo de mistérios e contradições, inacessíveis a uma «desconhecida». Mas, estranhamente, tal parece não ter acontecido com Flynn, um jovem irlandês que, embora recém-chegado, é alvo da afeição e da confiança de todos, até do pai de Mado, um homem cujo coração está fechado para o mundo e que se mantém teimosamente recolhido num silêncio sepulcral. Face a uma comunidade fechada, supersticiosa e apostada em manter acesos ódios ancestrais, Mado decide desafiar a sorte e as marés e consegue vencer o orgulho e as crenças dos habitantes de Les Salants. Juntos, vão tentar mudar o futuro da povoação e o seu próprio destino. Para Mado, esta vai ser uma incursão no amor e o (re)encontro com os valores familiares e comunitários. Poderá um castelo de areia sobreviver às marés?
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
P.S. I love you
É por isto que não posso ler livros e ver os filmes logo a seguir, ou ver os filmes e pôr-me a ler os livros. Dá barraca. Comecei a ler o livro à 3 dias e estou a adorar, mas na realidade não é nada parecido com o filme. Só tem uma coisa igual ao filme, a doença do Gerry, porque de resto as descrições não são nada parecidas... eu sei que os filmes não têm que ser uma cópia real do livro, que são só baseados mas não consigo deixar de me sentir enganada. Pior mesmo é que quando estou a ler um livro, faço sempre o filme na minha cabeça e agora estou a ter sérias dificuldades porque me lembro muito bem do filme... Erro crasso, não devia ter visto o filme novamente porque já não me lembrava de quase nada e assim lia o livro mais descansada. Boas leituras :)
sexta-feira, 16 de julho de 2010
A série, o livro e o filme da minha vida...
Ontem foi um dia de sorte, vá não foi de muita sorte mas foi alguma. Em tempos vi esta série num canal da tv cabo (publicidade gratuita) e amei, posteriormente, li o livro e quando apareceu o filme fui ver toda babada. A verdade, verdadinha é que gostei mil vezes mais da série do que do filme, mas a história é a mesma por isso é suficiente para ficar colada à tv durante uns bons dias...A parte boa disto tudo é que pensei que nunca mais ia ver a serie, pois nunca a tinha visto à venda e nem tinha passado mais na tv, mas ontem, para grande surpresa minha encontrei-a à venda e claro que já não a larguei, agora está ali no dvd pronta a começar... Até um dia destes que agora tenho muito com que me entreter...
Mr. Darcy: If your feelings are still what they were last April, tell me so at once. My affections and wishes have not changed. But one word from you will silence me forever. lf, however, your feelings have changed I would have to tell you, you have bewitched me, body and soul, and I love… I love… I love you. I never wish to be parted from you from this day on.
retirado daqui
domingo, 20 de junho de 2010
Sessão de Cinema
Muito filme tenho visto ultimamente, mas como é óbvio não posso vir aqui falar de todos porque senão este blog era enfadonho porque ainda por cima eu não sei fazer boas criticas aos filmes. Por isso seriam um sem número de post's com a imagem do filme e uma ou duas linhas sobre o mesmo e possivelmente roubadas de outro lugar qualquer.
Assim falo só de alguns e hoje decidi ver e vir postar aqui sobre o : 'Veronika decide morrer'. Como sabem, este filme foi baseado no livro do Paulo Coelho. Se é parecido ou não, não me lembro. Já li o livro há mais de 10anos por isso já lá vai a história. Sei que na altura o adorei, o que me fez ler mais alguns dele, nomeadamente o Brida que foi mais um daqueles livros que achei brilhantes.
Agora vamos há história: é sobre uma rapariga que tem tudo para ter aquilo que consideramos uma vida plena e com sucesso no entanto, ela sente-se vazia e tenta suicidar-se tomando uma mão cheia de comprimidos com um belo copo de whisky. Como é óbvio ela não morre porque a socorrem a tempo. É internada numa clínica psiquiátrica que tem fama de usar métodos pouco ortodoxos e ultrapassados, porém ela só vai para lá para esperar pela morte porque supostamente tem um aneurisma que rebentará de um momento para o outro. Nessa clínica começa a conhecer os pacientes e sabe-se lá porquê apaixona-se por outro utente encontrando assim o sentido da vida... o resto têm de ver (isto se não tiver já dito tudo).
Este filme/livro, mostra que às vezes temos que cair, para percebermos o sentido da vida. Quando comecei a ver o filme pensei, se uma pessoa quer morrer porque não a deixam morrer. Mas agora, depois de já ter visto, não consigo pensar da mesma forma. Isto porque, de um momento para o outro tudo pode mudar. E vou ficar por aqui porque já falei demais.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
A rapariga que roubava livros
Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
O dia em que te esqueci...
Ofereceram-me este livro. Ou melhor, a minha mana ofereceu-me este livro :). No dia em que ela mo deu comecei logo a ler e já estou mesmo a acabar. Na minha opinião é um livro forte e que me faz pensar em muitas coisas. Tem partes que me sensibilizam tanto que dou comigo quase a chorar (sim, ando muito sensível)...
Na verdade ao ler este livro uma das coisas que mais me deixa a pensar são as amizades coloridas. Para mim, essas amizades têm muito que se lhe diga, ou funcionam muito bem e continuam, ou simplesmente acabam aí. Na realidade conheço muito poucas histórias dessas com finais felizes, porque por mais que fique decidido ou acordado que não passará de uns pirafos aqui e ali quando não há mais ninguém, a coisa acaba sempre por dar para o torto para um dos 'amigos'. Claro que também sei muito bem que há pessoas que têm uma capacidade espectacular para separar as coisas, mas são tão poucas... uma grande maioria deixa-se apanhar por um enredo de sentimentos supostamente 'proibidos', que por norma acaba por ser só de uma das partes, e no fim há sempre um que fica a sofrer por um amor que afinal não é amor... Não critico quem o faz, longe de mim fazer tal coisa, mas não acredito que esse tipo de relações funcione a 100%. Sei que há casos e casos, mas não me venham cá com balelas, sabemos nós quantos sentimentos ficaram por dizer depois de uns pirafos... sabemos nós se aquela pessoa não nutre sentimentos que nunca vai revelar porque afinal somos amigos de pirafos e não vamos estragar amizades.
Ok, estou a generalizar, podem atirar pedras mas nunca se esqueçam que todos temos telhados de vidro.
Não sou contra. Não sou a favor. Simplesmente estou vivendo...
'Os amores são para ser vividos, sonha-los não basta. São para consumir, até que morram, talvez, mas sem medo, com ganas, com desejo, com vontade, como se não houvesse amanhã, porque, em abono da verdade, ninguém pode saber se amanhã, precisamente à hora em que escrevo estas palavras, ainda cá estaremos, eu , tu qualquer uma das pessoas que amamos.' Margarida Rebelo Pinto, O dia em que te esqueci
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
A doçura da chuva
Adorei este livro, li-o em 3 noites, sendo que na última fiquei até as 5:30 a ler... tinha de acabar. Quando gosto mesmo de um livro sou capaz de fazer uma directa só para o ler.
Gostei porque gostei da história em si, fez-me ver o quanto gratificante pode ser trabalhar com pessoas portadoras de deficiências e que acima de tudo temos de estar bem com nós próprios para vivermos a vida de uma forma plena.
Gostei de encontrar algumas citações de Jane Austen ao longo do livro...enfim são quinhentas páginas que se leêm muito bem...
Agora tenho ainda uns 10 livros para ler e mais uns quantos para pedir no Natal...nem sei por qual começar :s
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Um dos meus livros favoritos...
...agora em filme, já estou a preparar os maços de lenços para levar para o cinema...
Um livro magnífico que nos faz pensar em tantas coisas, principalmente na família.
Um livro magnífico que nos faz pensar em tantas coisas, principalmente na família.

Sara e Brian Fitzgerald são pais de duas crianças e formam uma família feliz. No entanto, a vida deles muda para sempre quando descobrem que a sua filha de dois anos, Kate, tem leucemia. A sua única esperança é conceberem outra criança, especificamente destinada a salvar a vida da irmã. O resultado é Anna. Kate e Anna partilham laços muito mais próximos do que a maioria das irmãs: embora Kate seja mais velha, ela depende da sua irmã. Na verdade, a vida dela depende de Anna. No entanto, Anna, agora com 11 anos, diz "não". De forma a obter emancipação médica, ela contrata o seu próprio advogado, iniciando um processo judicial que divide a família e que poderá deixar o futuro de Kate nas mãos do destino...
(o texto e a imagem foram retirados daqui)
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Os números que são pessoas
Hoje em dia, em qualquer empresa nós somos meros números e não pessoas. Somos números que produzem e que têm de mostrar...











