Avançar para o conteúdo principal

Devo ser eu que sou má pessoa #2

Não é que uma pessoa da minha lista de amigos partilhou daquelas imagens que têm como legenda: 'Vamos partilhar isto até apanhar este filho da put@'. Partilhar este tipo de coisas já é algo que me revolta aqui as minhas entranhas, porque qualquer pessoa com dois dedos de testa sabe que partilhar estas coisas só dá mais popularidade à cena em questão e nada faz. 
Mas esta partilha enojou-me ainda mais, pois era uma imagem de um pedófilo a atacar um indefeso bebé. Ao que eu me pergunto é se esta gente está maluca, partilhar pornografia infantil é crime e nunca irão apanhar aquele filho da put@ pois ele não mostra a cara. Infelizmente a imagem não me sai da cabeça há dois dias e mói cá dentro de ver que uma cabrão de merda que merece a morte está a fazer aquilo a um bebé indefeso. 
Eu sei que a pornografia infantil existe, eu sei que a violação de crianças existe mas eu NÃO queria ter visto isto. Ninguém deve obrigar alguém da sua lista de amigos a ver estas coisas. Eu sei que existe mas, infelizmente, não posso fazer nada para evitar ou impedir o caso da foto. Preferia mil vezes não ter visto aquela partilha :( mais um caso de bloqueio.

Comentários

  1. Infelizmente hoje em dia com as redes sociais nem conseguimos controlar aquilo que nos aparece à frente :s

    ResponderEliminar
  2. Nem digas isso! Há imagens que já me deixam incomodada e não é nada comparado a isso. Nem quero pensar que me pode acontecer o mesmo! Há pessoas que parece que não têm nada na cabeça e não há forma de controlar isso na porcaria do facebook.

    ResponderEliminar
  3. Não sei mesmo como as pessoas são capazes de partilhar uma coisa assim, a internet tem muitas coisas boas, mas infelizmente muitas más.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Agora sim, vou ficar louca!

Eu pensava que era o trabalho que me ia levar à loucura. Que mais dois meses e estava internada no Júlio de Matos. Mas enganei-me. Estar em casa de cú para o ar sem ter de me preocupar com nada é que me vai levar à loucura.  O que me dizem é:'ah  tal tu só estás de férias há dois dias...vais arranjar alguma coisa e tal e tal'. Gente eu andava a mil, era contratar pessoas, era formar pessoas, era programar cuponeio, era ver cuponeio, era mandar 1500 mails com a mesma informação, era ligar ao departamento tal por causa disto e daquilo, era um acidente que acontecia e mais do mesmo, eram tretas e tretas e agora não há nada... E se eu não arranjar emprego fico um ser imprestável para o resto da vida!!!!

Despedi-me e agora?!?

Hoje foi o dia. Trabalho na mesma empresa há metade dos anos que tenho de vida e cheguei ao fim da linha. Não entendo como as empresas tratam os funcionários, foram anos de ameaças(que nunca passaram de ameaças), foram anos de exploração (consentida), foram anos de pressão desmedida, foram anos de exigência controladora e foram anos que perdi da minha vida.  Levo comigo uma aprendizagem para a vida, um esgotamento nervoso e uma depressão. Levo comigo no coração as mais de 800 pessoas que conheci, que me aturaram e que partilharam um pouco delas comigo. Agora não sei bem o que fazer, nunca procurei trabalho, nem sei bem o que sei fazer, nem sei bem para que serve a minha licenciatura...não sei de nada. Só tenho uma certeza, melhores tempos virão...

A metade da laranja, ou a tampa da panela, ou o raio que o parta!

Quando se chega a uma certa idade temos uma pressão descomunal de toda a sociedade, familiares, amigos casados ou amantizados, para que faças o mesmo.
Fui a um casamento em que a única pessoa sem acompanhante era eu e a minha sobrinha. Salvou-se o barman versus handyman que era lindo de morrer, super simpático e que fizemos amizade para a vida ou para a próxima semana vá.
Hoje, no segundo dia do casamento já diziam que nós vamos casar. Não nos vamos casar de certeza e vou continuar solteira por uns bons tempos, mas que há vontade para nos conhecermos melhor lá isso há.
E sinto que de um momento para o outro tudo está a mudar e estou a gostar da mudança.