quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Backstreet Boys

Eu sou daquelas que recebia os cd's de prenda de natal. Tenho os primeiros cd's originais e na altura adorava. Conhecia as melodias, sabia as letras de cor e ainda algumas coreografias. As músicas deles eram marcos de algumas coisas da minha vida e ouvia-os todos os dias.
Nunca tive a hipótese de os ver ao vivo e até não fazia grande questão disso, já tinha passado essa fase. Quando soube que eles vinham cá dar um concerto, eu e as minhas amigas falámos em ir. Mas era algo assim que no momento não mexeu muito comigo. 
Com a data a aproximar-se e com o bilhete na mão fui ficando mais entusiasmada. Comecei a ouvir as velhas músicas e ainda sabia aquilo de cor, o novo cd era na mesma onda e foi ficando. 
O concerto só podia ter sido fantástico. Fui e não me arrependo nada. Vi-os ali tão perto, vi-os a dançar e não pude deixar de me divertir imenso. Adorei as, quase, duas horas de concerto. Eles foram fantásticos, falaram tanto com o público, se bem que por vezes não se percebia muito bem. dançaram, cantaram e foi a festa. Adorei, foi um concerto muito fixe. Eles estão bem mais velhos, é um facto, mas o espírito ainda lá está e estão de parabéns pelos 20 anos de carreira. Agora vou ouvir um pouco mais, que aquilo deixa saudades. Infelizmente não tenho fotos que a minha máquina morreu logo na primeira música, mas é a vida.


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Da morte

Desde pequena que perdi pessoas importantes para mim. Quando cheguei à fase da adolescência optei por ser uma rebelde. Assumi a morte como algo que tem de ser e comecei a ser fria quando esse assunto era abordado. Tratava a morte por tu, achava que conhecia todos os seus recantos traiçoeiros e que esta filha da put@ nunca mais me iria abalar. Os anos passaram e comecei a ter uma relação mais sensível com este tema. Vi pessoas muito minhas amigas perderem avós, pais, outros familiares... vi a dor dessas pessoas e senti a dor dessas pessoas. Descobri que eu não compreendia a morte, apenas que essa foi a minha forma de lidar com as perdas que tive. Se pudesse, não deixava ninguém passar pela perda de alguém que amamos. A morte é injusta todos os dias...

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

A partir de hoje

Já posso bimbar à vontade. Comprei a minha bimby. Em segunda mão, bem mais barata que nova. É um facto que não é nova, mas está em boas condições e é sempre uma mais valia na cozinha e para todas as minhas aventuras culinárias.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A minha opinião sobre as praxes

Ontem há noite vi o Prós e Contras porque ainda não tinha tido oportunidade de ver. Achei, no mínimo, interessante, que dos representantes das Universidades que lá estavam todos tenham dito que nunca viram tal praxe acontecer como o documentário Praxis apresenta. Ainda gostei mais quando falou aquela representante da Universidade de Faro. Oh minha grande labrega mas tu frequentas mesmo o campus? Tu alguma vez entraste pelos portões da Universidade do Algarve em tempos de praxe? Façam esta miuda chegar a mim sff que tenho prazer em lhe espetar uns belos tabefes nas ventas pela mentira que ela deu lá no programa. 
Eu sei do que falo porque eu frequentei a Universidade do Algarve e acabei o meu curso em 4 anos. Sei o medo que se sente e a pouca vergonha que é patrocinada pelas praxes. Quando entrei, amigas minhas já tinham passado por isso, e sabendo como sou torta e não gosto que me tratem como merda ambulante avisaram-me logo para ir calma e não levantar ondas e nunca me declarar anti praxe. 
Por mim tinha-me declarado anti praxe. Não gosto da praxe e acho que há mil formas bem melhoras de integrar alguém do que pintar-lhe a cara toda como tintas de merda, porém lixo na cabeça e fazerem-te fingir orgasmos e sexo e tirarem-te a roupa interior para cima da outra, etc e tal. E ainda posso dizer que aqui no campus da Penha as coisas são mais suaves, porque aqueles cursos das pescas nas Gambelas chega a ser medonho...só o cheiro é coisa de me levar a esfregar o corpo com lixívia. Mas temos que ter sempre em consideração que a maioria das praxes acontece dentro do recinto do campus, e que a recepção ao caloiro é patrocinada pela Associação Académica. 
Mas continuando, eu só fui a uns 3 dias de praxes. Achei que aquilo não era para mim. Eu estava na minha cidade, tinha os meus amigos aqui perto e não estava para levar desaforos para casa de umas malucas que acham que têm o rei na barriga. Por acaso, no meu curso até tínhamos umas académicas muito calmas e nossas amigas. Eram umas bacanas, mas eu só as conheci depois. Mas por elas serem bacanas continuo a não achar piada às praxes ou ao que elas nos mandavam fazer. Entretanto acabei por ter madrinha e fui madrinha. Não quis saber muito quando era a minha vez de praxar. Andei por lá mas nunca exigi que fizessem grande coisa além de defenderem o curso aos gritos. Se têm voz, que a usem. Eu acaba por gritar mais alto que as minhas caloiras e fazia a festa sozinha. Tive 2 afilhadas mesmo quando não esperava por isso. Não gostei das praxes e as minhas colegas que, supostamente, gostavam, ainda há pouco tempo num desses jantares de convívio acabaram por admitir que odiaram e que só o fizeram porque fizeram a elas também.
O que eu concluo das praxes é que aquilo é um ciclo vicioso. Se me fizeram assim eu vou fazer pior. Vejo pela minha sobrinha que há 1 anos que guarda restos de comida para por na cabeça dos caloiros dela porque a ela fizeram o mesmo. Comida podre e com quinhentas mil bactérias. Se acho isto correcto, não acho. Mas é como ela diz, se eu sofri os outros sofrem também. 
Acho ainda mais vergonhoso é ninguém ter tomates para assumir que fazem o que apareceu nas imagens e pior. É dizerem que aquilo nunca aconteceu, é por um pano por cima dos acontecimentos. Acontece sim, bem pior do que apareceu no documentário e acabem com esta fantochada de uma vez por todas.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Um dia

Um dia percebes que fizeste tudo errado. É hora de mudar esse plano, visto que não está a resultar.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Das multinacionais 9#

Uma pessoa cai dentro da loja. Como podia cair lá fora. Mas foi dentro da loja e com várias testemunhas que é mesmo verdade. Uma pessoa já está aleijada na perna que sofre o embate. Uma pessoa magoa-se mais. A resposta é, não vamos por isso como acidente de trabalho porque já temos muitas incidências este mês, mas podes ir ao hospital que nós pagamos. Resumindo, estou bem pior da perna, eles não querem saber porque já estava aleijada antes e o hospital diz que como não é acidente de trabalho tem de ser o médico de família a resolver a questão. Estou bem tramada, estou.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Ao vigésimo segundo dia de dois mil e catorze

Hoje, ao longo das 14h que estive fora de casa, só me apeteceu enterrar a cabeça na almofada e chorar a bandeiras despregadas. Foi o primeiro dia do ano em que senti o mundo a desabar. 
Não sei se fiz bem ou não, mas os médicos ainda não sabem o que tenho na perna. Faço tratamentos atrás de tratamentos e não há melhoras. Hoje, o novo tratamento deixou-me cheia de dores. Dores insuportáveis a cada passo que dava. Não sei se me apetece continuar ou se me apetece desistir. Se eu soubesse o que sei hoje não tinha deixado passar tanto tempo até resolver descobrir o que se passava com a minha perna.
Preciso desesperadamente de dormir.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Facebook #4


Por vezes fazemos as escolhas pensando na opção mais segura. Aquela que achamos que melhor se adequa a nós. Por vezes erramos. É bom ter uma segunda oportunidade e fazer a escolha certa. Até pode não ser a escolha certa mas seja o que for. É para isso que cá estamos.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Guess Who's Back

Pois bem, voltei ao ginásio. Depois de 1 mês e quase meio fora, voltei. Ainda não acabei os tratamentos mas não me apetecia continuar parada. Já tinha saudades de me sentir bem comigo. E sinto-me de rastos, com dores nas pernas e muito cansaço mas estou feliz. E é feliz que quero estar.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Íman humano

Eu sou como um íman de gente perdida no mundo há procura de salvação. Tenho a mania que devo ser um género de Madre Teresa de Calcutá das almas penadas que habitam o mundo. Mas tenho de interiorizar que não posso nem quero fazer nada para as salvar. Não posso mais ser porto de abrigo de quem busca salvação, porque mais dia menos dia, serei eu a precisar de salvação. Tenho que fazer com que pessoas melhores se aproximem de mim e deixar aquelas que que só me fazem mal. Olhar o mundo com um sorriso é tão melhor do que fechar-me a sete chaves a tentar salvar quem nunca o irá sequer reconhecer e vai acabar por me pisar. Estou a ser cruel, mas não quero mais problemas que não são meus nem dores dos outros. Apenas quero o meu leve mundo nas minhas costas!

Lets talk about maternity

 Aquelas coisas que só pensamos que acontece aos outros. Ups, Estou Grávida!! E agora?!? Pois é 2021 acaba com uma promessa que 2022 será um...