domingo, 17 de fevereiro de 2013


Sou pelo politicamente correcto. Se não gosto de uma pessoa, trato-a de igual forma porque acho que lá porque não gosto de determinada característica da personalidade (ou pelo todo, prontes) não a devo tratar de forma diferente. Obviamente que não lhe vou espetar dois beijos na cara e ser toda laivosa mas falo cordialmente e educadamente. Foi assim que me ensinaram. Sempre aprendi que a frontalidade está muito perto da falta de educação e que há coisa que não estamos apenas a ser frontais como estamos a ser muito mal educados. 
Digo o que penso, faço o que acho correcto mas, acima de tudo, respeito os demais. Se me chamam de falsa e que mais, estão no vosso total direito. Mas eu não fui educada para ser mal educada. E mais, além do facto da educação, já aprendi que ás vezes não gosto de determinada pessoa porque não a conheço...

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Das tecnologias

Esta coisa das tecnologias tem muito que se lhe diga. Graças a elas temos acesso à nossa vida (nomeadamente a coisas que mais ou menos nos interessam) mais facilmente. Através do blog tenho acesso ao que senti e vivi através do que falo e digo em determinados contextos, o facebook dá-nos algum feedback dos que nos conhecem e olhando com olhos de ver, mirando os detalhes ao detalhe apercebemos-se de certas coisas que não havíamos reparado na altura. A ilusão tem um poder do caraças.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Dos segredos

Eu tenho um segredo. Um segredo que me corrói por dentro, mas não posso contá-lo. Eu detesto segredos. Mas aprendi a lição bem aprendida. As lágrimas que correm pela minha face não serão, jamais, esquecidas.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Estou a começar a sentir-me a ficar doente. Estou a ficar com a garganta apanhada, com os ouvidos também, o corpo só pede cama e sinceramente não me importo. Ao menos se ficar de cama não me obrigam a viver, apenas tenho de sobreviver e isso hoje basta-me.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

A vida tem destas coisas

Quando entrei naquela empresa ela era quase um recém nascido, tinha para aí uns 2 anos. Trabalho lá há quase 13 e a empresa está a fazer 15. Hoje, que já assisti à sua maturidade estou a assistir à sua queda. Hoje os ordenados já não são pagos a tempo e as coisas estão mesmo feias. Fala-se em insolvência e os demais. As vendas estão fracas, os impostos brutais e não dá para esticar para mais lado nenhum. Possivelmente esta empresa não festeja os 15 anos de existência e eu fico sem trabalho muito antes do que pensava. A realidade do nosso país é esta. Uma tristeza ver a empresa que me acolheu quando era uma miúda e que, de todo, contribuiu com coisas más e outras muito boas, para a pessoa que sou hoje estar neste estado. Espero por dias melhores, muito melhores. 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O meu tempo



Eu levo sempre o meu tempo a interiorizar as coisas. Até tudo ficar resolvido na minha cabeça passo por várias fases. Umas são mais complexas que outras, umas mais demoradas que outras, mas, o que me interessa é que no fim eu fique bem comigo própria e com os que me rodeiam. 
Talvez por isto, pela fase da interiorização, eu não goste de surpresas. Pois, tanto, para coisas más como para boas eu tenho de passar por todas as fases. Obviamente que quando é algo para lá de bom eu interiorizo mais rapidamente. 

As coisas más levo muito tempo a interiorizar, primeiro fico zangada comigo e a culpa é toda minha, depois passo pela fase de culpar as outras pessoas, depois volto a mim e aceito que eu é que fiz mal determinadas coisas, depois passo por essa fase com os outros e uma dia acho que já ninguém tem a culpa e sigo em frente. Esse dia pode levar tempo a chegar, mas chega.

Vai haver uma manhã, em que acordo e o meu primeiro pensamento vai para outra coisa qualquer e quando me apercebo que não pensei no determinado assunto que me magoou fico feliz e sorrio. Depois vão vir mais uns dias negros em que quase me obrigo a não pensar, mas já pensando, no assunto. Até ao dia em que me apercebo que já lá vai uma semana que não penso nisso. E depois disso é só seguir em frente. Não há cá sms nem facebooks a estragarem os planos. Com o tempo chego lá e quando eu chegar lá é sinal que tu já eras.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Imaginemos a seguinte situação

Imaginem que a pessoa que vos magoou está a sofrer pelo mesmo motivo. Se bem que o motivo não sou eu.
Eu pergunto: sabendo que a pessoa está a sofrer o que fariam?
É porque eu estou aqui em pulgas para o ir consolar. Tenho total noção que não o devo fazer e que mais magoada serei, mas é mais forte do que eu. É oficial, eu sou burra por completo.

domingo, 3 de fevereiro de 2013


Neste momento acredito piamente que os acasos são uma treta. Um simples acaso da vida, algo de tão simples, que pensamos que não pode ter repercussões tão desastrosas a longo prazo e tem. Algo que nos faz duvidar de tudo o que nos rodeia e da veracidade das pessoas. Ou sou eu que ando muito descrente ou, muito sinceramente, este não é de todo o mundo em que eu gostava de viver.
As pessoas decepcionam-me (da mesma forma que as decepciono a elas constantemente), fazem-me desacreditar do todo que me rodeia.

Lets talk about maternity

 Aquelas coisas que só pensamos que acontece aos outros. Ups, Estou Grávida!! E agora?!? Pois é 2021 acaba com uma promessa que 2022 será um...