Avançar para o conteúdo principal

Facebook #3

E acho que não devemos estar sempre a desejar ser feliz. Devemos ser felizes e ponto final paragrafo. Eu sei que precisava de mais algumas coisas* para ser feliz num todo completo. Mas, mesmo sem essas coisas*, eu sei que sou feliz. Sou feliz à minha maneira, mas feliz. E não há nada melhor no mundo do que ir a caminhar na rua sem rumo ou destino e sem motivo algum, sorrir. Sorrir porque sou feliz.

*quando me refiro a coisas não me refiro a bens materiais, que esses nós podemos conquistar e mesmo assim continuar com o vazio cá dentro.

Comentários

  1. Não me lembro de melhor imagem para definir felicidade, que aquela cara de parvos que fazemos a rir de coisa nenhuma. :)

    ResponderEliminar
  2. Cá vai a receitinha dos folhados de alheira então :) Só a vou publicar na próxima semana, mas espero que esta ainda vá a tempo! :D

    Folhados de alheira de peru e queijo

    Ingredientes (para dezoito folhados):

    * Uma placa de massa folhada;
    * Uma alheira de peru;
    * 100g de queijo ralado (usei uma mistura de três queijos);
    * Uma gema de ovo batida com duas colheres de sopa de água.

    Confecção:

    * Retirar a pele da alheira e partir em pedaços pequenos;

    * Saltear numa frigideira sem gordura até ficar mole;

    * Juntar o queijo e envolver;

    * Cortar a massa folhada em dezoito quadrados e colocar uma porção de alheira e queijo em cada um;

    * Fechar cada quadrado como se fosse uma trouxinha;

    * Pincelar com a gema de ovo e colocar num tabuleiro do forno coberto com papel vegetal;

    * Levar ao forno pré-aquecido a 200º durante cerca de quinze minutos, ou até os folhados ficarem dourados.

    Beijinhos e feliz Natal :D

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Agora sim, vou ficar louca!

Eu pensava que era o trabalho que me ia levar à loucura. Que mais dois meses e estava internada no Júlio de Matos. Mas enganei-me. Estar em casa de cú para o ar sem ter de me preocupar com nada é que me vai levar à loucura.  O que me dizem é:'ah  tal tu só estás de férias há dois dias...vais arranjar alguma coisa e tal e tal'. Gente eu andava a mil, era contratar pessoas, era formar pessoas, era programar cuponeio, era ver cuponeio, era mandar 1500 mails com a mesma informação, era ligar ao departamento tal por causa disto e daquilo, era um acidente que acontecia e mais do mesmo, eram tretas e tretas e agora não há nada... E se eu não arranjar emprego fico um ser imprestável para o resto da vida!!!!

Despedi-me e agora?!?

Hoje foi o dia. Trabalho na mesma empresa há metade dos anos que tenho de vida e cheguei ao fim da linha. Não entendo como as empresas tratam os funcionários, foram anos de ameaças(que nunca passaram de ameaças), foram anos de exploração (consentida), foram anos de pressão desmedida, foram anos de exigência controladora e foram anos que perdi da minha vida.  Levo comigo uma aprendizagem para a vida, um esgotamento nervoso e uma depressão. Levo comigo no coração as mais de 800 pessoas que conheci, que me aturaram e que partilharam um pouco delas comigo. Agora não sei bem o que fazer, nunca procurei trabalho, nem sei bem o que sei fazer, nem sei bem para que serve a minha licenciatura...não sei de nada. Só tenho uma certeza, melhores tempos virão...

A metade da laranja, ou a tampa da panela, ou o raio que o parta!

Quando se chega a uma certa idade temos uma pressão descomunal de toda a sociedade, familiares, amigos casados ou amantizados, para que faças o mesmo.
Fui a um casamento em que a única pessoa sem acompanhante era eu e a minha sobrinha. Salvou-se o barman versus handyman que era lindo de morrer, super simpático e que fizemos amizade para a vida ou para a próxima semana vá.
Hoje, no segundo dia do casamento já diziam que nós vamos casar. Não nos vamos casar de certeza e vou continuar solteira por uns bons tempos, mas que há vontade para nos conhecermos melhor lá isso há.
E sinto que de um momento para o outro tudo está a mudar e estou a gostar da mudança.