quinta-feira, 28 de abril de 2011

A vida dá muitas voltas...


...mas pelos vistos não saio do mesmo lugar. Os meus pés devem ter cola tudo porque estão de tal forma enraizados que não se deslocam nem um centímetro. Tento mudar o que está possível de mudar ao meu alcance mas nem por isso sou bem sucedida. Isso não quer dizer que desista, mas desmotiva. 
O tempo continua a passar, e as coisas tendem a não mudar. Chega uma determinada altura que o que é novo tende a assustar e crio algum tipo de barreira para me proteger porque tenho um certo receio de ser mal sucedida, de falhar. E se falhar ainda fico mais desmotivada. 
Depois há as pessoas. Há aquelas que nos entendem, compreendem e respeitam e há aquelas que só nos sabem deitar mais um pouco abaixo. Há aquelas que querem e fazem parte da nossa vida e que sem elas nada faria sentido. E há aquelas que não valem nada e mais vale riscar logo da lista 'das' pessoas. 
A vida não é de todo fácil, todos temos as nossas coisas. Mas também não é preciso acontecer tudo ao mesmo tempo. Podia acontecer um azar assim, qualquer coisa como, uma vez de dois em dois anos. Também não era propriamente necessário  andarmos constantemente felizes e contentes mas um pouco mais de boa disposição não fazia mal nenhum. 
Depois há as pessoas, epah as pessoas, aquelas que valem a pena, por vezes, são as que estão mais longe. As que não estão ali à mão sempre que precisamos mas que nós sabemos que estão ali de qualquer forma. E há aquelas que estão mas não queremos que estejam. São aquelas pessoas que são inconvenientes, que querem esmiuçar a tristeza dos outros como sua glória. Porra, que há com cada pessoa que só visto. Gente que não queremos por perto mas que tendem a agarrar-se como carraças. E ainda há aquelas que sabendo que estamos na merda (literalmente falando) ainda fazem para que nos afundemos mais. Bodegas para eles.
Se é só isto então quero o livro de reclamações!!

quarta-feira, 27 de abril de 2011


Passam a vida a dizer-me que sou demasiado boa pessoa, que perdoo facilmente, que sou ingénua...Às vezes até chego a acreditar que realmente me dão a volta facilmente de que dou sempre mais do que recebo. Outras vezes não me sinto nada assim, sinto que me dão demais e que me perdoam demasiado facilmente e que o mundo é bom demais para mim e eu não retribuo nem uma milésima do que me dão. Tenho dias em que não me reconheço, sinto que é outra pessoa que habita o meu ser.
Hoje estou num dia em que queria alguém aqui ao meu lado a dizer que estou certa, que esta é a atitude que realmente devo tomar, a passar-me a mão na cabeça. Mas isso seria apenas mais um género de deixa andar. Estou totalmente perdida e não me encontro. Talvez seja só um momento, talvez seja da ocasião...já não sei distinguir o bom do mau, o certo do errado, o ser prestável ao abuso. 
Simplesmente preciso que estejas aqui da mesma forma que eu estive aí quando precisaste.
Dizem que no amor e na amizade damos tudo sem nunca querer nada em troca mas agora eu quero... quero aquilo que não me dás... Um simples abraço e um : 'tudo vai ficar bem...' Quero-te aqui a meu lado, como sempre estive do teu.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

sábado, 23 de abril de 2011

Acho-lhe tanta piada...


Estive tentada a por aqui uma foto dos seus peitorais ou do seu rabiosque (visão proporcionada no filme Burlesque) mas como este blogue é para todas as idades não iria incentivar a pornografia. Sobre o filme não tenho muito a dizer mas sobre o gajo...ui ui é podre de giro. Depois do dia de mau humor que tive só mesmo este gajito para me alegrar a vista...só gostava de saber por onde eles andam,lol.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Se há coisas que me aborrecem a sério...

...é servirem-me café por descafeinado. É que a mim aquilo sabe-me quase ao mesmo, mas na hora de dormir é que são elas, resultado: mais uma noite em branco...

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Há coisas do camano!!!**


Nunca na vida tinha estado tão perto de uma pessoa e ao mesmo tempo tão distante. 

**camano: expressão típica aqui do meu Algarve que é o mesmo que dizer: Há coisas do cacete! ou seja, há que independentemente de tudo não fazem sentido.

Eu sei que isto está-se a tornar repetitivo, mas...


...é que para mim isto é tal e qual a descobrir o ouro. Estou a descobrir que adoro motos, adoro andar de moto, do frio na cara, da liberdade que se sente, a chuva na cara, da intimidade que se sente quando se partilham esses momentos com alguém. Estou ciente dos riscos, se for ao alcatrão não fico bem de certeza. Por isso mesmo uma condução consciente é o melhor. Respeitar os outros condutores para que sejamos respeitados, mas isso não invalida o ir ao alcatrão... Por enquanto não quero outra coisa senão deslocar-me em veículos de 2 rodas e apanhar o ventinho na cara :)

terça-feira, 19 de abril de 2011

Das pessoas...


Só percebem o que perderam depois de perderem... 
E depois há aqueles que querem tudo e acabam por ficar sem nada...
Eu já percebi o que perdi mesmo sem ter tido e também já quis tudo e fiquei sem nada...

domingo, 17 de abril de 2011

A tristeza é uma forma de egoísmo.*

'Foi uma das maiores invenções da historia, curiosamente, não consta dos manuais como tal. «Intervalo». «Pause». «Stand by». Não há aparelho tecnologicamente sofisticado que não venha programado com estas definições. Se olharmos à nossa volta, há intervalos para quase tudo. Nas aulas, no cinema, no teatro, na matemática, na música... Quantas vezes, peguei no comando da televisão e pensei: «Que jeito dava se eu tivesse nascido com estas teclas de uso fácil, à distância de um clic». Quantas vezes já me apeteceu pendurar uma placa nas costas a dizer:« Fechada para reflexão interna. Não incomode». Ou, » Estou em modo stand-by . Mantenha uma distância de segurança e por favor não me interrompa com perguntas idiotas». Diriam que perdi o juízo, mas acredito que já todos sentimos, aqui e ali, vontade de parar, de fazer um intervalo na nossa vida e fazer um pause na nossa história pessoal. Como se no momento em que virtualmente voltássemos a carregar no start os problemas e os dramas que nos atormentam se tivessem dissipado, como areia após uma rajada de vento.
A má noticia é que não vivemos programados com nenhuma dessas teclas e, na ausência desta tecnologia interna, às vezes entramos em colapso. E apetece-nos desistir, como se morrer fosse o único pause possível  ou como se fosse um intervalo libertador para as ondas de tristeza em que nos deixamos mergulhar. A boa noticia é que tudo na vida é impermanência. O bom e o mau. e até os dias mais sombrios são apenas isso. Dias sombrios. e um dia farão parte do passado.'

Este texto diz-me tanta mas tanta coisa que ninguém imagina. Já senti na pele a vontade de fazer um pause ou um intervalo na vida mas ainda bem que encontrei sempre um dia em que o sol brilha com mais força e me mostra o caminho a seguir...


*editorial da revista Happy do mês de Fevereiro de 2011, Cláudia Ramos, Directora

sábado, 16 de abril de 2011

Hoje o dia foi assim:

Vá, não foi bem assim. Andei de pendura mas mesmo assim foi bastante divertido, adorei. Quando saí da mota nem tinha palavras para descrever o que sentia...apenas sentia a adrenalina a percorrer o meu corpinho. Quero mais :)

Apetecia-me tanto...

...mas tanto, fazer um piquenique daqueles que valem mesmo a pena. Num lugar com muitas árvores, uma ribeira ao fundo, sombras, relva, muitos petiscos bons e saborosos para comer, uns sumos ou jolas fresquinhas, livros para ler, sestas relaxantes a ouvir os sons da natureza....enfim, apetecia-me ir para o campo e relaxar. Vir de lá uma pessoa renovada por um dia bem passado...
Alguém quer ir?

Lets talk about maternity

 Aquelas coisas que só pensamos que acontece aos outros. Ups, Estou Grávida!! E agora?!? Pois é 2021 acaba com uma promessa que 2022 será um...