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Não podemos ser parvos uma vida toda não é?!?

Devo ter a mania que tenho um não sei quê de Madre Teresa de Calcutá. Tenho sempre a mania de arcar com as dores e os problemas dos outros. Por norma sou sempre aquele ombro que está lá para o que der e vier. Até aqui tudo bem, acho que o faço porque gosto de ajudar e sinto-me bem em estar ali para os outros.
Sei que não devia cobrar, mas gostava que uma vez por acaso o drama se centrasse em mim e nos meus problemas. Para mim nunca ninguém tem paciência e nem tempo. Ninguém pergunta ou quer saber. Vá, há algumas pessoas que me surpreendem pela positiva, mas depois há outras que é como se a minha vida fosse um constante mar de rosas e nem querem saber.
Cansei de pessoas vaivém que só se lembram quando precisam e quando o mundo delas desaba, o resto é paisagem. 

Comentários

  1. Revejo-me tanto no teu texto, nem imaginas. Toda a vida me senti assim.

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  2. Já sabes que podes contar comigo! Qualquer coisa sabes como me contactar :)
    Mas sim, há pessoas que só olham para o umbigo delas... e para além disso são umas interesseiras... Beijinhos

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  3. Ah pois, sei bem o que isso é. Por isso é que os amigos verdadeiros se contam pelos dedos!

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