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domingo, 17 de abril de 2011

A tristeza é uma forma de egoísmo.*

'Foi uma das maiores invenções da historia, curiosamente, não consta dos manuais como tal. «Intervalo». «Pause». «Stand by». Não há aparelho tecnologicamente sofisticado que não venha programado com estas definições. Se olharmos à nossa volta, há intervalos para quase tudo. Nas aulas, no cinema, no teatro, na matemática, na música... Quantas vezes, peguei no comando da televisão e pensei: «Que jeito dava se eu tivesse nascido com estas teclas de uso fácil, à distância de um clic». Quantas vezes já me apeteceu pendurar uma placa nas costas a dizer:« Fechada para reflexão interna. Não incomode». Ou, » Estou em modo stand-by . Mantenha uma distância de segurança e por favor não me interrompa com perguntas idiotas». Diriam que perdi o juízo, mas acredito que já todos sentimos, aqui e ali, vontade de parar, de fazer um intervalo na nossa vida e fazer um pause na nossa história pessoal. Como se no momento em que virtualmente voltássemos a carregar no start os problemas e os dramas que nos atormentam se tivessem dissipado, como areia após uma rajada de vento.
A má noticia é que não vivemos programados com nenhuma dessas teclas e, na ausência desta tecnologia interna, às vezes entramos em colapso. E apetece-nos desistir, como se morrer fosse o único pause possível  ou como se fosse um intervalo libertador para as ondas de tristeza em que nos deixamos mergulhar. A boa noticia é que tudo na vida é impermanência. O bom e o mau. e até os dias mais sombrios são apenas isso. Dias sombrios. e um dia farão parte do passado.'

Este texto diz-me tanta mas tanta coisa que ninguém imagina. Já senti na pele a vontade de fazer um pause ou um intervalo na vida mas ainda bem que encontrei sempre um dia em que o sol brilha com mais força e me mostra o caminho a seguir...


*editorial da revista Happy do mês de Fevereiro de 2011, Cláudia Ramos, Directora

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

É Natal, então tudo vende...



A Rita Pereira vai lançar um cd, será que a Fnac já aceita reservas???
Mas este mundo está perdido ou quê?!?
Mas melhor mesmo é dizerem-me que ela já tem um cd, este será o segundo, a sério paizinhos e mãezinhas deste mundo fora, poupem os timpanos dos vossos filhos... não que eu esteja a criticar qualquer género musical, é que nem tenho o melhor dos gostos... mas Rita Pereira a cantar é assim algo.... (nem tenho palavras).


A foto tinha que ser esta para ver ser o número de leitores do sexo masculino aumenta...





Só estou com esta coisa toda porque o dia não está a correr assim lá muito bem... mas mais logo vou ler a revistinha toda para saber mais informações sobre o cd...


ADENDA: Supostamente a editora responsável é a mesma que a do Robbie Williams, isto segundo Luis Jardim (aquele juri do programa da TVI...) Minha gente se isto fôr mentirinha a culpa não é minha, vinha na revista que acompanha o DN às sextas...

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Tamanho!!! interessa ou não???

Às pessoas mais pudicas, façam o favor de ignorar este post, voltem amanha. Estará cá uma coisa assim menos sexual e mais aparvalhada (nem sei se é possível coisas menos aparvalhadas neste blog, mas enfim).


Há já algum tempo que não escrevia assim mais qualquer coisa sobre sexo, e como disse que falaria de sexo, vou abordar uma temática assim um pouco discutível.
Bora lá, isto começou porque na Cosmopolitan de Agosto (a minha bíblia, ou qualquer coisa assim do género. Compro todos os meses mas nunca leio tudo ao pormenor, ou melhor, nem sei porque compro. Coisa de gaja.), na pág. 71 (versão pequena, não sei se na grande a página é outra), artigo: 'Serei Boa na cama?', tem assim um quadradinho a dizer: ''Um pénis erecto tem cerca de 3.8cm de diâmetro. Já a vagina ronda os 3.3cm. O homem será sempre um tamanho superior ao seu!''


Agora digam-me vocês, o tamanho conta ou não? é porque o que está descrito naquele excerto pequenino da revista é o diâmetro do pénis, não é o dito comprimento em si. Ou seja, o tamanho em comprimento e em diâmetro interessa ou não? Se for pequenino e fininho e for trabalhador o efeito é o mesmo? Ou se for grande e grosso (desculpem a linguagem) e um preguiçoso a coisa é boa na mesma? Já nem pergunto que se for pequeno, fino e preguiçoso ou grande, grosso e trabalhador qual é o melhor porque acho que não resta dúvidas.


Sim, eu sei que se a coisa for bem trabalhada o efeito é diferente de uma coisa feita ali à pressa, também sei que a coisa de uma noite é bem diferente de uma relação, mas o tamanho é importante? Não estou a pedir que andem a medir antes ou durante do acto em si, mas dá para ter uma ideia né...(nem sei bem que palavra estou a substituir com a palavra coisa).

Quero saber tudinho...ou quase tudo.

Lets talk about maternity

 Aquelas coisas que só pensamos que acontece aos outros. Ups, Estou Grávida!! E agora?!? Pois é 2021 acaba com uma promessa que 2022 será um...